Coisas do destino
Por (falta de) sorte do destino, o post abaixo dedica-se ao Pink Floyd.
Hoje, os jornais do mundo estampam que Richard Wright, tecladista do Pink Floyd, morreu, aos 65 anos, vítima de câncer.
O vocalista e guitarrista do grupo, David Gilmour, a quem me referi no post anterior, escreveu nota em seu blog, lamentando a morte do ex-companheiro de banda: “Eu realmente não sei o que dizer além de que ele era um homem amável, gentil e genuíno e que fará uma falta terrível a tantos que o amavam. E são muitas pessoas. Não era ele quem ganhava as maiores salvas de palmas ao final de cada show em 2006?”
Fica registrado, acima de tudo, o meu obrigado a Richard Wright, por todo seu trabalho na música e pela inspiração dada a tantas pessoas.
Clipe de “Us and Them”, uma das maiores obras-primas do rock progressivo.
David Gilmour nega reunião do Pink Floyd
O guitarrista e vocalista David Gilmour descartou, em entrevista ao site Ultimate Guitar qualquer possibilidade de uma reunião do Pink Floyd. Gilmour afirmou “que está se divertindo muito sozinho”.
As esperanças para uma reunião da banda inglesa, pioneira no rock progressivo, surgiram em 2005, quando Gilmour e Roger Water, antigos desafetos, tocaram lado a lado nos palcos londrinos, no evento de caridade Live 8. “O show foi excelente, mas os ensaios me convenceram de que não era uma coisa que eu gostaria de fazer muito.
O próximo disco de Gilmour, “David Gilmour Live In Gdansk,” chega às lojas no dia 23 de setembro.
É uma pena. Ver o Pink Floyd reunido é o sonho de basicamente qualquer roqueiro verdadeiro. O Pink Floyd foi o ponto inicial de inspiração para bandas como Marillion, Genesis, Dream Theater e tantas outras. Ver Waters e Gilmour juntos novamente no palco, acompanhados por Richard Wright e Nick Mason, seria fantástico.
Gilmour não tem, na minha opinião, uma carreira solo incontestável. Lançou bons trabalhos, mas nada que se compare com a inspiração com que escreveu músicas de discos como “The Dark Side of The Moon” e ”Animals”, obras-primas de sua época no Floyd.
Vamos aguardar o lançamento de seu novo disco para conferir se, aos 62 anos, Gilmour ainda consegue, através de seus melodiosos solos, emocionar seu público.
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